6.06.2005


Veneza...as palavras faltam...o jantar acabou, sa�, sentei-me ali, � frente do hostel, senti e desenhei...as palavras continuam a faltar...
Lu�s Gomes 2005

Veneza....
Lu�s Gomes 2005

5.06.2005


"Light is the measure of everything. It is absolute, mathematical, physical, eternal. There is an absolute speed to it, you can't outrun it; that's what the theory of relativity is about. Stand here and remember what you can. What you remember is in light, the rest is in darkness, isn't it? The past fades to dark, and the future is unknown, just stars."
Daniel Libeskind

5.03.2005


Bem, esta é outra das experiências do semestre passado...em primeira mão.
Faz pensar a diferença...Coimbra/Aachen


5.01.2005

Tentando aprender

Cheguei de Amesterdão, donde assisti à festa de Sua Majestade, a Rainha de Orange. Milhões de pessoas a festejar, tudo doido, delírio talvez seja o substantivo. Não entendi ainda o alcance, mas o que me vem à memória é uma jovem, vinte e cinco, vinte e seis anos, que transportava um pedaço de cartão onde em letra manuscrita afirmava: Jesus loves you.
Por que raio é que isto não me sai da cabeça...

4.22.2005


"AktZeichnen"...chá, bolachas e desenhar..lol. Foi uma das nossas experiências deste semestre passado...
Luí­s Gomes 2005

4.16.2005


Interrail(Copenhaga)...ja estou com saudades...
Luí­s Gomes 2005

3.31.2005


Interrail(Kolding)...não posso deixar de agradecer à população de Kolding e, em particular, à sua caixa de multibanco pela "agradável" noite que nos providenciou...Obrigado
Luí­s Gomes 2005

Interrail(Berlim)...bem, ja tinha a t-shirt, faltava o desenho do "nosso" Bar (novas tecnologias, espero que gostem)...
Luí­s Gomes 2005

3.30.2005

Ainda que em Amsterdam...

Brumes et pluies

Ô fins d'automne, hivers, printemps trempés de boue,
Endormeuses saisons ! je vous aime et vous loue
D'envelopper ainsi mon coeur et mon cerveau
D'un linceul vaporeux et d'un vague tombeau.

Dans cette grande plaine où l'autan froid se joue,
Où par les longues nuits la girouette s'enroue,
Mon âme mieux qu'au temps du tiède renouveau
Ouvrira largement ses ailes de corbeau.

Rien n'est plus doux au coeur plein de choses funèbres,
Et sur qui dès longtemps descendent les frimas,
Ô blafardes saisons, reines de nos climats,

Que l'aspect permanent de vos pâles ténèbres,
- Si ce n'est, par un soir sans lune, deux à deux,
D'endormir la douleur sur un lit hasardeux.

(Baudelaire)